MPT recebeu mais de 1.140 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho em apenas três dias após o segundo turno
O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu mais de 1.140 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho em apenas três dias após o segundo turno. O balanço foi apresentado pelo secretário de Relações Institucionais do MPT, Maurício Coentro de Melo, em coletiva de imprensa realizada na quarta-feira (28.10), em Brasília. O evento foi feito em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A agenda abordou medidas para combater práticas de discriminação e demissão de trabalhadores e trabalhadoras por motivação política, além de orientações para denunciar possíveis irregularidades.
Durante a coletiva, o secretário de Relações Institucionais do MPT, Maurício Coentro de Melo, destacou que a instituição atua há anos no enfrentamento ao assédio eleitoral. Coentro ressaltou que o enfrentamento ao assédio eleitoral exige atuação coordenada dos órgãos públicos para garantir o respeito aos direitos fundamentais dos trabalhadores. Além disso, o representante ressaltou a importância de reunir provas para subsidiar a apuração das denúncias de assédio eleitoral. “É muito importante que o cidadão brasileiro que se sentir nessa situação reúna o maior número possível de provas, como vídeos, testemunhas e outros elementos que possam contribuir para a investigação”.



